Motivos para conhecer Curitiba

Curitiba não tem praias, mas em compensação possui milhares de parques arborizados e belíssimos. Assim se você planeja visitar esta cidade, não esqueça: protetor solar, tênis e roupas confortáveis para aproveitar os passeios. 
A nossa estada ficou mais alegre com a companhia constante dos amigos Aline e Paulo, ótimos guias turísticos: obrigada por tudo!
JARDIM BOTÂNICO
Visitamos o Jardim Botânico logo no primeiro dia. Optamos pelo fim de tarde para contemplarmos um belíssimo pôr-do-sol.
O Jardim Botânico de Curitiba foi inaugurado em 1991, com uma área de 245 mil m². Seus jardins geométricos e a estufa de três abóbadas tornaram-se um dos principais cartões postais da cidade. Conta ainda com o Museu Botânico Municipal, trilhas em bosque de araucárias, lago, quadras esportivas e um velódromo.
Logo atrás da estufa principal encontra-se o Espaço Cultural Frans Kajberg, com a exposição “A Revolta”, feita pelo próprio artista, que expressa através das obras a sua revolta com o descuido e abandono da fauna e flora brasileira. Nessa galeria estão expostas 110 obras de grande porte, que foram confeccionadas com restos de árvores queimadas e derrubadas de forma ilícita.
Ficamos facilmente umas três horas no parque, curtindo o ambiente e tirando altas fotos. Esperamos anoitecer para uns clicks noturnos, mas quase não foi uma boa idéia…..
Cuidado: caso queira tirar fotos noturnas, não demore muito tempo. Ou então vá com transporte garantido, pois à noite, o jardim ficou um pouco deserto, não havia táxis e quase não passava  ônibus. A nossa sorte foram os guardas municipais do jardim, que nos acompanharam e chamaram um rádio-taxi.

Dicas:
- Reserve de duas a três horas para conhecer o parque tranquilamente.
- Há apenas uma lanchonete, e fecha ás 17h30h, assim leve água e/ou um pequeno lanche. Ficamos com sede e com fome, neste dia a lanchonete fechou mais cedo e não sabíamos que não havia outras opções.

MUSEU OSCAR NIEMEYER
O Museu Oscar Niemeyer, mais conhecido como Museu do Olho, é um dos maiores e mais modernos museus da América Latina. Foi inaugurado em 2002, quando o prédio principal deixou de ser sede de secretarias do Estado. Ele passou por adaptações e em sua frente foi instalado o popularmente chamado “Olho”, um anexo de 30 metros de altura feitos de concreto e vidro que imprimiu uma nova identidade ao complexo. O Olho é uma das mais importantes obras de Niemayer e impressiona pela beleza de sua arquitetura.
Ao fundo do museu, estão o Bosque do Papa  e o  Memorial Polonês com mais de 35 mil metros quadrados de área construída.
O museu tem quatro pavimentos:
Térreo: Na extremidade norte está à bilheteria, a loja com produtos personalizados do museu e a cafeteria. Na parte Sul, localiza-se a entrada do museu e o espaço eventos.
Primeiro piso: Com nove salas expositivas, o primeiro piso abriga a maioria das exposições. O ambiente pode ser acessado por meio de escadas, rampas e elevador, facilitando o trânsito de portadores de deficiências.
Sub-Solo: Neste nível se encontra a exposição permanente de projetos, fotos e maquetes de obras de Oscar Niemeyer. O espaço leva o nome do arquiteto. Neste local, também estão instaladas as salas administrativas, o Espaço da Ação Educativa, onde são realizados cursos e oficinas, o Pátio das Esculturas, a Reserva Técnica e o Laboratório de Conservação e Restauro. Acesso ao olho pelo túnel.
Olho: Quatro pavimentos compõem o edifício do Olho. O salão principal é destinado a exposições e na parte côncava, há uma área para eventos.
Dica: Reserve no mínimo três horas para conhecer o local, mas se você curte arte, certamente, passará lá um dia inteiro. Se tiver tempo, dê um pulinho no Bosque do papa que fica logo atrás.
Túnel no Museu do Olho
Horário e Ingressos:
De terça a domingo, das 10h às 18h
Venda de ingressos até 17h30
R$4,00 inteira e R$2,00 estudantes identificados
(crianças de até 12 anos, maiores de 60 não pagam)No primeiro domingo de cada mês: Acesso Gratuito

UNIVERSIDADE LIVRE DO MEIO AMBIENTE – Unilivre
Resolvemos conhecer o Unilivre, através da sugestão de um amigo que esteve antes e disse que valia a pena. E se vale! Foi uma doce surpresa. O lugar ideal para passar uma manhã de sol.
PARQUE TANGUÁ
O parque mais belo de Curitiba, na minha opinião.
Possui lagos, mirante, um túnel e uma cascata artificial. Tem uma grande porção de mata preservada que, além de criar um cenário belíssimo, auxilia na preservação da bacia do rio Barigui. Na parte superior esta o Jardim Poty Lazzarotto, onde a principal atração é a maravilhosa vista de toda a região. 

O parque conta com uma ótima estrutura para os visitantes, contando com ciclovias, pistas de corrida, lanchonete e dois estacionamentos.
ÓPERA DO ARAME
Outro ícone curitibano é o Teatro Ópera de Arame, onde está também a Pedreira Paulo Leminski. A Ópera de Arame é estrutura metálica com paredes transparentes, com capacidade para abrigar cerca 1600 pessoas, construída sobre um lago. O ideal seria assistir a um espetáculo lá, mas quando fomos não havia programação. Mas vale a visita e não deixe de tomar um a café ou um chocolante quente por lá!
PARQUE BARIGUI
Não podemos dizer que Jussara e eu conhecemos o Parque Barigui. Afinal, chegamos lá de carro e fomos embora na mesma hora. À primeira vista, parece um lugar bastante agradável e, pelo que soubemos, é muito popular entre os curitibanos para caminhadas, corridas e piquenique. À tarde, segundo nos contaram, costuma rolar música ao vivo. Mas nós fomos pela manhã, tínhamos pouco tempo e não estávamos para atividades física naquele dia, resolver não ficar. Ficou para uma próxima!
CENTRO HISTÓRICO
Este passeio não foi feito da maneira clássica (à pé). Estávamos motorizadas, pois a Jussara tem um casal de amigos que mora em Curitiba, e óbvio que depois dessa viagem se tornaram meus também: Aline e Paulo, espero vocês aqui em Fortaleza, tá?
Então de carro, passamos pelos principais pontos turísticos e a noite fomos no Largo da Ordem conhecer o famoso Bar do Alemão.
 
Largo da ordem a noite – centro Histórico
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